sábado, maio 17, 2008
Vem Amor
Agarra-me, aperta-me nos teus braços. Beija-me, despe-me, ama-me.
Sem pensar, sem planear, sem questionar. Sensações apenas.
Quero ouvir a tua voz ao ouvido e sentir a tua pele na minha pele.
Envolve-me, seduz-me, enlouquece-me com o calor da tua língua.
Leva-me à rendição incondicional ao teu amor.
Depois, toma posse de mim, vira-me do avesso e come-me com paixão, devora-me com loucura...
Toni
Foto retirada da net
sexta-feira, maio 16, 2008
Não consigo deixar de sentir
Paixão... vibrante.
Desejo... pulsante.
Amor... ardente.
Vontade de ti... urgente.
Toni
Foto retirada da net
quinta-feira, maio 15, 2008
Espero-te assim
Pois desejar-te, é um ritual diário.
É assim que quero ser teu. Limpo e nu.
E quando sentir a tua boca, descobrindo cada centímetro do meu membro latejante, rendo-me, entrego-me, revelo-te o meu gosto.
Fica aqui, invade os meus sentidos.
Quero dar-te as minhas noites de amor. Sorver-te deliciosamente. Saciar a minha língua nas tuas entranhas, ensopando-a no mel que se derrama e me lambuza.
Depois, deslizar para dentro de ti, até ao fim. Afundar-me na tua humidade macia e possuir-te com tesão, com paixão, com um prazer sublime... diante do teu olhar, diante da tua boca.
Vê-me gemer, delirar, enlouquecer, gritar o teu nome no orgasmo vibrante com que te inundo.
Ahhhh! Que saudades do teu amor...
Toni
Foto retirada da net
quarta-feira, maio 14, 2008
Cenas de Sexo Virtual I
Mastrambulante: Olá, Fofinha23. Descreves-te?
Fofinha23: Tenho uma blusa vermelha vestida, uma mini-saia muito curtinha e tenho saltos altos calçados. Vou ao ginásio todos os dias, estou bronzeada, tonificada e perfeita. E tu, como és?
Mastrambulante: Tenho 1,70 m e peso 103 kg. Uso óculos e tenho vestidas umas calças de fato-de-treino azuis que comprei nos saldos do Continente este fim-de-semana. Também tenho vestida uma Thermotebe antiga, um bocadito manchada de ketchup dos hambúrgueres do jantar... tem um cheiro esquisito.
Fofinha23: Hmmmm... eu quero-te! Queres mandar uma?
Mastrambulante: Pode ser.
Fofinha23: Estamos no meu quarto. Ouve-se uma música suave a tocar de fundo, e o quarto está iluminado por velas espalhadas pela minha mesa-de-cabeceira e armário. Sentada na cama, olho para ti, sorrindo. A minha mão direita desliza até à tua braguilha, e começa a acariciar o teu enorme e imponente inchaço.
Mastrambulante: Engulo em seco, já estou a suar.
Fofinha23: Vou-te tirando a camisola enquanto te beijo o peito.
Mastrambulante: Eu desaperto-te a blusa. As minhas mãos estão a tremer...
Fofinha23: Gemo suavemente...
Mastrambulante: Faço a blusa deslizar do teu corpo devagar.
Fofinha23: Atiro a cabeça para trás de tanto prazer. A seda da minha blusa desliza suavemente através da minha pele quente. Esfrego o teu inchaço mais rapidamente, puxo-o e massajo-o.
Mastrambulante: Um espasmo nervoso faz com que dê um puxão mais forte à tua blusa e rasgo-a um bocadinho. Desculpa...
Fofinha23: Não faz mal, não era tão cara quanto isso.
Mastrambulante: Eu pago-ta.
Fofinha23: Não te preocupes com isso. Por debaixo, estou a usar um soutien de renda preta. Os meus seios sobem e descem à medida que a minha respiração se vai tornando mais pesada.
Mastrambulante: Tento desapertar-te o soutien, mas não consigo abrir o fecho. Acho que está preso. Tens aí uma tesoura?
Fofinha23: Eu pego na tua mão e beijo-a suavemente. Com a outra mão desaperto o soutien e este desliza pelos meus seios redondos. O ar morno do quarto aquecido pelas velas acaricia-me os seios. Os meus mamilos estão rijos por tua causa.
Mastrambulante: Como é que fizeste isso??? Eu pego no soutien e inspecciono o fecho.
Fofinha23: Arqueio as costas... Oh, amor! Só quero sentir a tua língua percorrer o meu corpo todo!
Mastrambulante: Atiro o soutien para o chão. Começo a lamber-te as, err... mamas. São boas!
Fofinha23: Passo os meus dedos pelo teu cabelo. Começo a morder-te a orelha.
Mastrambulante: Inesperadamente espirro. As tuas mamas ficam cobertas de cuspo e ranho.
Fofinha23: O quê???
Mastrambulante: Desculpa, a sério.
Fofinha23: Limpo o muco dos meus seios com o que resta da minha blusa.
Mastrambulante: Pego a blusa ensopada da tua mão, deixo-a cair no chão com um sonoro "plop".
Fofinha23: Ok, eu tiro-te as calças de fato-de-treino e massajo-te a ferramenta do amor.
Mastrambulante: Eu grito que nem uma miúda. As tuas mãos estão frias! Hehehehehehehehehehe!
Fofinha23: Subo a minha mini-saia. Tira-me as cuecas.
Mastrambulante: Tiro-te as cuequinhas. A minha língua percorre-te toda, dentro e fora... hmm... espera um minuto...
Fofinha23: O que é que se passa?
Mastrambulante: Um pintelho! Tenho um pintelho na garganta... Estou engasgado!
Fofinha23: Estás bem?
Mastrambulante: Estou a ter um ataque de tosse. Fiquei todo vermelho.
Fofinha23: Posso ajudar?
Mastrambulante: Vou a correr para a cozinha, engasgado. Estou a abrir os armários todos, à procura dum copo. Onde é que estão os copos?
Fofinha23: No armário à direita do lavatório.
Mastrambulante: Estou a beber um copo de água... Ah, assim está melhor!
Fofinha23: Volta para aqui, campeão!
Mastrambulante: Estou a lavar o copo.
Fofinha23: Arqueio o corpo na cama, à tua espera.
Mastrambulante: Estou a secar o copo. Agora pu-lo de volta no armário. Vou a caminho do quarto... espera lá, está tudo escuro! Onde é que é o quarto?
Fofinha23: Última porta à direita.
Mastrambulante: Encontrei!
Fofinha23: Arranco-te os slips. Estou a gemer, quero-te tanto!
Mastrambulante: Eu também.
Fofinha23: Estás sem slips. Beijo-te apaixonadamente. Os nossos corpos nús, apertados um contra o outro.
Mastrambulante: A tua cara está a empurrar-me os óculos contra a minha. Dói.
Fofinha23: Porque é que não tiras os óculos?
Mastrambulante: Tudo bem. É só que não vejo lá muito bem sem eles. Meto os óculos em cima da mesa-de-cabeceira.
Fofinha23: Dobro-me na cama, de quatro. Dá-me com força, querido!
Mastrambulante: Tenho que fazer uma m'jinha. Apalpo o caminho cegamente através do quarto até à casa-de-banho.
Fofinha23: Despacha-te, campeão.
Mastrambulante: Acho a casa-de-banho e está escuro. Faço o braille à procura da sanita. Levanto a tampa.
Fofinha23: Espero ansiosamente a tua volta.
Mastrambulante: Já está. Apalpo à procura do botão do autoclismo, mas não o acho... Oooopssss!
Fofinha23: O que foi agora?
Mastrambulante: Reparei que fiz xixi para dentro do teu cesto da roupa suja... Desculpa, outra vez. Volto para o quarto, cegamente e apalpando o caminho.
Fofinha23: Hmmm... siiiiiimmm... volta!...
Mastrambulante: Ok, vou pôr o meu... tu sabes, o meu... coiso... na tua...... tu sabes.... coisa de mulher.
Fofinha23: Sim! Faz isso, querido! Faz isso!
Mastrambulante: Estou a apalpar-te o rabo. Sabe tão bem! Beijo-te o pescoço e... estou com um probleminha qualquer aqui.
Fofinha23: Eu mexo o meu rabo para trás e para a frente. Não consigo aguentar mais um segundo! Entra, penetra-me agora!
Mastrambulante: Está flácido.
Fofinha23: O quê?
Mastrambulante: Estou "coxo". Não consigo manter uma erecção.
Fofinha23: Levanto-me e viro-me de costas; tenho uma expressão de incredulidade estampada na cara.
Mastrambulante: Encolho os ombros com uma expressão de tristeza, a minha minhoquinha toda enrugadita. Vou buscar os óculos para ver o que se passa.
Fofinha23: Não, não te dês ao trabalho! Vou-me vestir. Visto a minha roupa interior de volta. Agora estou a vestir a minha blusa de seda toda babada.
Mastrambulante: Espera, espera! Estou de joelhos à procura da mesa-de-cabeceira. Atiro latas de laca do teu vestíbulo para o chão, a seguir algumas molduras e... as velas!
Fofinha23: Desço a saia, e calço os sapatos.
Mastrambulante: Encontrei os óculos. Volto a pô-los. Ó MEU DEUS! Uma das velas caiu por debaixo do cortinado. O cortinado está a arder! Eu estou a apontar para ele, com um esgar de choque!
Fofinha23: Vai à merda. Vou sair, palhaço!
Mastrambulante: A alcatifa pegou fogo! Nãooooooo!...
Texto e foto retirados da net
terça-feira, maio 13, 2008
Esperas-me nua
Agora, não tens nada vestido. Esperas-me nua.
Decidiste que me deixas escrever no teu corpo, a mais bela história de amor.
Então, deixaste as minhas palavras procurarem a tua boca, deslizar pelas tuas mamas, pelo teu rosto...
Quiseste senti-las a molharem-te, a entrarem em ti.
E a história que vou escrevendo já nos enlouquece, com frases que te beijam, que te lambem, que te penetram, alisam e sugam o teu sexo cheio de tesão.
Acabo por te invadir, com exclamações que deslizam por entre as tuas pernas e te possuem cheias de amor.
Não me controlo mais, não quero e nem consigo. Então, todo o meu texto, mergulhado dentro de ti, explode em expressões sem sentido, ao ser devorado por ti com tanta paixão.
Toni
Foto retirada da net
segunda-feira, maio 12, 2008
Yolanda
Esto no puede ser no mas que una cancion
Quisiera fuera una declaracion de amor
Romantica sin reparar en formas tales
Que ponga freno a lo que siento ahora a raudales
Te amo
Te amo
Eternamente te amo
Si me faltaras no voy a morirme
Si he de morir quiero que sea contigo
Mi soledad se siente acompañada
Por eso a veces se que necesito
Tu mano
Tu mano
Eternamente tu mano
Cuando te vi sabia que era cierto
Este temor de hallarme descubierto
Tu me desnudas con siete razones
Me abres el pecho siempre que me colmas
De amores
De amores
Eternamente de amores
Si alguna vez me siento derrotado
Renuncio a ver el sol cada mañana
Rezando el credo que me has enseñado
Miro tu cara y digo en la ventana
Yolanda
Yolanda
Eternamente Yolanda
Yolanda
Eternamente Yolanda
Eternamente Yolanda
Pablo Milanes
Foto retirada da net
sexta-feira, maio 09, 2008
Desejo-te Amor...
A minha língua insinua-se dentro da tua boca, enquanto te apalpo cheio de tesão...
Quero-te na cama!
As nossas roupas voam pelo quarto, os beijos continuam e as mãos tratam de nos dar prazer.
Sentes-me duro, enquanto a tua mão no meio das minhas pernas me acaricia, aperta, esfrega...
Sinto-te excitada com os meus dedos dentro de ti... Sinto-te o grelinho teso.
Estamos loucos de desejo. Sem aguentar mais, entro em ti.
Ai... é tão bom deslizar na tua maciez! Huummm... és tão boa!
As tuas longas pernas estão todas abertas, para deixares que me enterre todo dentro de ti, bem fundo.
Gemo tanto que não restam dúvidas do quanto estás a enlouquecer-me.
Sinto o orgasmo a chegar, quero gritar.
Quando fazemos Amor, é bom demais...
Toni
Foto retirada da net
Foi há 40 anos...
"Soyez réalistes, demandez l'impossible."
(...)
eles não sabem que o sonho
é vinho, é espuma, é fermento,
bichinho álacre e sedento,
de focinho pontiagudo,
que fossa através de tudo
num perpétuo movimento.
(...)
Eles não sabem, nem sonham,
que o sonho comanda a vida,
que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança.
Antonio Gedeão - Movimento Perpétuo
Imagem retirada da net
quarta-feira, maio 07, 2008
Cantiga de Amor
Preferias que cantasse noutro tom
Que te pintasse o mundo de outra cor
Que te pusesse aos pés um mundo bom
E que te jurasse amor, o eterno amor
E querias que roubasse ao Sete-Estrelo
A luz que te iluminasse o olhar
Embalar-te nas ondas com desvelo
Levar-te até à lua para dançar
Que a lua está longe e mesmo assim
Dançar podemos sempre se quiseres
Ou então se preferires fica aí
Que ninguém há-de saber o que disseres
Talvez até pudesse dar-te mais
Que tudo o que tu possas desejar
Não te debruces tanto que ainda cais
Não sei se me estás a acompanhar
Que a lua está longe e mesmo assim
Dançar podemos sempre se quiseres
Ou então se preferires fica aí
Que ninguém há-de saber o que disseres
Podia, se quisesses, explicar-te
Sem pressa, tranquila, devagar
E pondo, claro está, modéstia à parte
Uma ou duas coisas se calhar
Que a lua está longe e mesmo assim
Dançar podemos sempre se quiseres
Ou então se preferires fica aí
Que ninguém há-de saber o que disseres
Rádio Macau - 8
Foto retirada da net
terça-feira, maio 06, 2008
Crónica
Somos felizes. Acabámos de pagar a casa em Outubro, fechámos a marquise, substituímos a alcatifa por tacos, nenhum de nós foi despedido, as prestações do Opel estão no fim. Somos felizes: preferimos a mesma novela, nunca discutimos por causa do comando, quando compras a TV Guia sublinhas a encarnado os programas que me interessam, lembras-te sempre da hora daquela série policial que eu gosto tanto com o preto cheio de anéis a dar cabo dos italianos da Máfia.
Somos felizes. Aos domingos vamos ao Feijó, visitar a tua mãe, ficas a conversar com ela na cozinha e eu passeio com o indiano, filho de uma senhora que mora lá no pátio, assistimos ao basquete dos sobrinhos dele no pavilhão polivalente, comemos uma salada de polvo no café durante os resumos do futebol e voltamos para Almada à noite, com o jantar que a tua mãe nos deu numa marmita embrulhada no Record, a tempo de assistir às perguntas sobre factos e personalidades do concurso em que a apresentadora se parece com a tua prima Beatriz, a que montou um pronto-a-vestir no centro comercial do Prior Velho.
Somos felizes. A prova de que somos felizes é que comprámos o cão no mês passado e foi por causa do cão que tirámos a alcatifa que as unhas do animalzinho rasparam de tal forma que já se notava o cimento do construtor por baixo. Andámos a ensiná-lo a não estragar as cortinas, pusemos-lhe uma coleira contra as pulgas depois de uma semana inteira a coçarmo-nos sem entender porquê, passados dois dias o Fernando começou a coçar-se também e a acusar-me de cheirar a cachorro e levar pulgas para a repartição, o chefe avisou-me do fundo:
─ Veja-me lá isso Antunes
De modo que pus também uma coleira contra as pulgas debaixo da camisa, o Dionísio, espantado
─ deste em cónego ou quê?
E eu, envergonhado, a abotoar o colarinho
─ é uma coisa chinesa para o reumatismo a Jóia Magnética Vitafor é uma porcaria ao pé disto
e como nas Finanças se respeitam o reumatismo e as coisas chinesas, nunca mais me maçaram.
Às segundas, quartas e sextas sou eu que vou lá abaixo levar o cão a fazer chichi contra a palmeira, às terças, quintas e sábados é a tua vez e o que não vai lá abaixo fica à janela, a olhar o bichinho a cheirar os pneus dos automóveis com o ar sério de quem resolve problemas de palavras cruzadas que os cães têm sempre que farejam postes e Unos.
Somos felizes. Por isso não me preocupei no sábado com o animal muito entretido na praçeta e tu atrás dele, de trela enrolada na mão, sem olhares para cima nem dizeres adeus, a andar devagarinho até desapareceres na travessa para a estação dos barcos. Foi anteontem. Às onze horas tirei o cozido do forno e comi sozinho. Ontem também. Hoje também. Não levaste roupa nem pinturas nem a fotografia do teu pai nem nada.
Ainda há bocadinho acabei de gravar o episódio da novela para ti. A tua mãe telefonou a saber porque é que não fomos ao Feijó e eu disse-lhe que daqui a nada lhe ligavas. Porque tenho a certeza de que não foste embora visto sermos felizes. Tão felizes que um dia destes vou comprar um micro ondas para, se chegares a casa, teres a comida quente à tua espera.
António Lobo Antunes - Livro de Crónicas
Imagem retirada da net
segunda-feira, maio 05, 2008
Fado
À volta do adro, duas ou três casas
Os bancos vermelhos e ao meio uma cruz
Ali no café, ao lado da igreja
Dois homens parados e uma linda luz
Com a voz que me resta eu não vou poder cantar
Às coisas do mundo, que só se podem ver ao longe
São portas fechadas segredos por revelar
São coisas do mundo, que não sei descrever estou longe
Se estou convencido, que isto é mesmo assim
E nunca se conta bem o que se vê
E levo comigo já sei aprender...
O que os olhos vêem e eu já não sei
Herois do Mar
Imagem retirada da net
quinta-feira, maio 01, 2008
Quero-te assim
NUA...
Para tatuar o teu corpo com beijos.
Para saciar a minha fome de ti.
Para te fazer minha.
Toni
Foto retirada da net
quarta-feira, abril 30, 2008
Circo de feras
A vida vai torta
Jamais se indireita
O azar persegue
Enconde-se á espreita
Nunca dei um passo
Que fosse o correcto
Eu nunca fiz nada
Que batesse certo
E enquanto esperava no fundo da rua
Pensava em ti e em que sorte era a tua
Quero-te tanto...
Quero-te tanto...
Do modo que a vida
É um circo de feras
E os entretantos
São as minhas esperas
Nunca dei um passo
Que fosse o correcto
Eu nunca fiz nada
Que batesse certo
Xutos & Pontapés
Imagem retirada da net
segunda-feira, abril 28, 2008
Eu sei que vou te amar
Eu sei que vou te amar
Por toda a minha vida eu vou te amar
A cada despedida eu vou te amar
Desesperadamente eu sei que vou te amar
E cada verso meu será
Pra te dizer que eu sei que vou te amar
Por toda a minha vida
Eu sei que vou chorar
A cada ausência tua eu vou chorar
Mas cada volta tua há-de apagar
O que essa tua ausência me causou
Eu sei que vou sofrer
A eterna desventura de viver
À espera de viver ao lado teu
Por toda a minha vida
Eu sei que vou te amar
Por toda a minha vida eu vou te amar
A cada despedida eu vou te amar
Desesperadamente eu sei que vou te amar
E cada verso meu será
Pra te dizer que eu sei que vou te amar
Por toda a minha vida
Eu sei que vou chorar
A cada ausência tua eu vou chorar
Mas cada volta tua há de apagar
O que essa tua ausência me causou
Eu sei que vou sofrer
A eterna desventura de viver
À espera de viver ao lado teu
Nelson Gonçalves
Vinícius de Morais/Tom Jobim
Foto retirada da net
sábado, abril 26, 2008
Guernica
A 26 de Abril de 1937, durante a guerra civil espanhola, a aviação alemã bombardeia Guernica no País Basco.
Picasso criou esta pintura a preto e branco onde retrata pessoas, animais e edifícios destruídos pelo intenso bombardeamento da Luftwaffe.
Imagem retirada da net
sexta-feira, abril 25, 2008
E depois do Adeus
Tudo começou quando esta canção serviu de senha
Quis saber quem sou
O que faço aqui
Quem me abandonou
De quem me esqueci
Perguntei por mim
Quis saber de nós
Mas o mar
Não me traz
Tua voz.
Em silêncio, amor
Em tristeza e fim
Eu te sinto, em flor
Eu te sofro, em mim
Eu te lembro, assim
Partir é morrer
Como amar
É ganhar
E perder
Tu vieste em flor
Eu te desfolhei
Tu te deste em amor
Eu nada te dei
Em teu corpo, amor
Eu adormeci
Morri nele
E ao morrer
Renasci
E depois do amor
E depois de nós
O dizer adeus
O ficarmos sós
Teu lugar a mais
Tua ausência em mim
Tua paz
Que perdi
Minha dor que aprendi
De novo vieste em flor
Te desfolhei...
E depois do amor
E depois de nós
O adeus
O ficarmos sós
José Niza
Cantado por Paulo da Carvalho
Imagem retirada da net
quinta-feira, abril 24, 2008
A Revolução dos Cravos
Este é o mês em que Portugal viveu uma revolução única no mundo.
Há 34 anos, esta revolução trouxe a única realidade que muitos de nós conhecemos: Liberdade e Democracia.
Eu sou um desses priveligiados.
Por isso, a todos aqueles que sonharam, lutaram e morreram por esta realidade, o meu mais profundo e sincero agradecimento. Bem hajam.
Toni
Imagem retirada da net
segunda-feira, abril 21, 2008
Desejos sonhados
Quero sentir a tua boca, os teus lábios, a tua língua ganhando vida própria, exigindo para me provar.
Vais excitar-me e sentir o meu desejo crescente, deixar-me ofegante, a suplicar por ti.
Todo o meu corpo se agita. E pela forma com estou a gemer, sabes que a explosão está iminente, mas não paras.
Então, gritando o teu nome, entro em erupção.
Nesse momento, jorros de esperma invadem a tua boca, revelando-te o sabor do meu delírio.
Depois amor, podes beijar-me apaixonadamente.
Toni
Foto retirada da net
Bairro do Oriente
Tenho à janela
Uma velha cornucópia
Cheia de alfazema
E orquídeas da Etiópia
Tenho um transistor ao pé da cama
Com sons de harpas e oboés
E cantigas de outras terras
Que percorri de lés-a-lés
Tenho uma lamparina
Que trouxe das arábias
Para te amar à luz do azeite
Num Kamasutra de noites sábias
Tenho junto ao psyché
Um grande cachimbo d'água
Que sentados no canapé
Fumamos ao cair da mágoa
Tenho um astrolábio
Que me deram beduínos
Para medir no firmamento
Os teus olhos astralinos
Vem vem à minha casa
Rebolar na cama e no jardim
Acender a ignomínia
E a má língua do código pasquim
Que nos condena numa alínea
A ter sexo de querubim
Carlos Tê / Rui Veloso
Imagem retirada da net
quinta-feira, abril 17, 2008
Este nosso amor
Inflama-se no fogo do Desejo e arde em chamas de Paixão.
Encanta-se com os carinhos que trocamos, derrete-se nas palavras que dizemos.
Enlouquece de saudades, desespera por beijos quentes, molhados, apaixonados.
Sonha com faces coradas, bocas coladas, corações acelerados, carícias carregadas de ternura.
Vive privado de respirações ofegantes e de gemidos constantes.
Suplica, na atrocidade da tortura, que seja consumado.
Toni
Imagem retirada da net
Lágrima
Cheia de penas me deito
E com mais penas me levanto
Já me ficou no meu peito
O jeito de te querer tanto
Tenho por meu desespero
Dentro de mim o castigo
Eu digo que não te quero
E de noite sonho contigo
Se considero que um dia hei-de morrer
No desespero que tenho de te não ver
Estendo o meu xaile no chão
E deixo-me adormecer
Se eu soubesse que morrendo
Tu me havias de chorar
Por uma lágrima tua
Que alegria me deixaria matar
Amália Rodrigues
Foto retirada da net
Subscrever:
Mensagens (Atom)






















